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Imagens no telão antes da música geraram revolta de internautas

“Por favor, deixe que eu me apresente. Sou um homem de fortuna e requinte. Estou por aí já faz muitos anos. Roubei as almas e a fé de muitos homens. Estava por perto quando Jesus Cristo. Teve seu momento de dúvida e dor. Fiz a questão de garantir que Pilatos lavasse suas mãos e selasse seu destino. Prazer em lhe conhecer. Espero que adivinhe o meu nome”
Assim começa a música Sympathy For The Devil [Simpatia pelo Diabo]. Ela faz parte da apresentação da banda inglesa Rolling Stones em sua turnê pelo Brasil.
No palco, o vocalista Mick Jagger aparece usando uma capa que remete ao famosa satanista Anthony Lavey. Nos telões, pentagramas e cruzes invertidas, imagens do demônio em luzes vermelhas brilhantes. O público aplaude e canta junto.
Tem sido assim durante a turnê “Olé”, que percorre a América Latina com grande sucesso. Os ingressos esgotaram meses antes das apresentações.  A excursão começou no Chile, dia 3 de fevereiro. Passou pela Argentina, Uruguai e tem seu último show no Brasil hoje (3), em Porto Alegre.
Após levar multidões ao Maracanã no Rio e ao Morumbi, em São Paulo, a banda inglesa pode ter sido sua despedida. Há rumores que, por causa da idade dos membros, essa seria a última turnê mundial.
Elogiada pela imprensa, os shows no Brasil tiverem um momento polêmico. Vídeos publicados nas redes sociais mostram que muitas pessoas estavam descontentes com o que consideram “invocação do diabo”.  Parece ter sido uma surpresa apenas para os fãs mais jovens.
Quem acompanha a trajetória dos Rolling Stones, sabe que isso não é novidade. A música Simpathy for the Devil faz parte do disco Beggar’s Banquet, lançado em 1968. As capas de outros álbuns antigos da banda como Their Satanic Majesties Request [O pedido de sua majestade satânica], de 1967,  e  Goats Head Soup [Sopa Cabeça de bode] de 1973 já mostravam sua ligação com o ocultismo e a adoração ao diabo.
O assunto foi abordado pelo jornalista e escritor inglês Philip Norman na biografia não autorizada de Mick Jagger, lançada em 2012. Segundo o autor, após Jagger ler o livro “O Mestre e a Margarida”, do russo Mikhail Bulgákov, compôs a música Sympathy for the Devil, que foi um sucesso imediato.
Em seu livro ocultista, Bulgákov defende que o grande triunfo de Satanás foi colocar Pôncio Pilatos no caminho de Jesus, recusando a salvá-lo da cruz.
Portanto, as imagens do show e o histórico da música não deixam dúvida que, mais que uma canção, o que ocorreu nos shows da banda é uma invocação. Tem sido assim desde o início da banda.
Assista trecho filmado por fã em São Paulo:
 O próximo dia 13 de março será marcado por mais uma série de protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT) e a corrupção no país, em diversas cidades de todos os estados. E o pastor Silas Malafaia resolveu vir a público para incentivar as manifestações.
Em um vídeo, o líder evangélico lembrou que se expressar contra os crimes que vem sendo descoberto com as investigações em curso, como as operações Lava-Jato e Zelotes, por exemplo, é um exercício de cidadania, e a Bíblia incentiva isso.
“Quero dizer pra vocês que o movimento é legal. Não tem nada de ilegal. Se você não quer ir, eu respeito. Se você quer ir, é direito [seu]”, afirmou o pastor.
Em recado a pastores e líderes evangélicos que tentam demover fiéis da ideia de protestar contra o governo, sob o argumento de que toda autoridade é constituída por Deus, Malafaia foi contundente: “Não venham aqui com falsa espiritualidade […] É uma omissão escondida em espiritualidade. Você é livre, você pode ir sim. Eu incentivo que você vá”, pontuou.
Assista:

Lula ladeira abaixo

Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada na última segunda-feira, 29 de fevereiro, mostrou que a rejeição ao ex-presidente alcançou novo patamar: 49% dos eleitores dizem que, em hipótese alguma, votariam em Lula em 2018.
O número é um reflexo dos escândalos de corrupção descobertos nos últimos anos, e das ligações, ainda não explicadas, de Lula com os empreiteiros e empresas que fazem parte do esquema criminoso.
O Datafolha destacou, inclusive, que a rejeição da população a Lula hoje é mais alta que a enfrentada por ele em 2005, quando o mensalão foi descoberto e investigado.

Marqueteiro da Dilma

Em um segundo vídeo, Malafaia fez um “alerta” sobre o que representa a prisão do publicitário João Santana, conhecido como o marqueteiro das campanhas presidenciais de Dilma Rousseff e Lula, ambos do PT.



Justiça condena ex-secretário por "doação" de R$ 193 mil à igreja
A justiça condenou o ex-secretário de Cultura de Mato Grosso, João Malheiros e a Convenção Regional dos Ministros Evangélicos das Assembleias de Deus (Cormead-MT), a devolverem R$ 386 mil aos cofres públicos.
Malheiros foi condenado por improbidade administrativa. Em 2011, autorizou o repasse de R$ 193 mil, através de um convênio entre a Secretaria de Educação e Cultura (SEC-MT) e a Cormead. O dinheiro seria para custear a celebração do centenário das igrejas Assembleias de Deus no Brasil, com eventos em templos da capital Cuiabá.
A decisão de anular o convênio e pedir o ressarcimento foi assinada pelo juiz Luis Aparecido Bertolucci Júnior, da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Ação Popular. O magistrado entendeu que isso fere o inciso I do artigo 19 da Constituição Federal, o qual afirma: “o poder público não pode subsidiar cultos religiosos ou igrejas ou manter com eles relações de dependência”.
O ação condenou Malheiros e a Cormead-MT ao ressarcimento dos 193 mil reais ao estado do Mato Grosso, com correção monetária desde 20 de maio de 2011 e juros de 1% ao mês. Além disso, terão de pagar uma multa civil de R$ 193 mil, também com correção monetária de juros de 1% ao mês. Com isso, o montante totaliza R$ 386 mil.
Segundo o entendimento do Ministério Público do Estado, Malheiros repassou a verba para o patrocínio de interesse particular. No processo, há a ressalva que “O dinheiro público não é para se fazer festas”.
“Deveras, o evento realizado era para atender o público de uma única religião. Não há qualquer finalidade pública ou cultural na comemoração de centenário. Em outras palavras, qual o proveito que o Estado de Mato Grosso ou a sociedade mato-grossense tiveram com a comemoração do Centenário das Assembleias de Deus? Nenhum. O evento não tem objetivos voltados a toda comunidade ou ao Estado, que diga-se de passagem deve ser laico”, afirma o Ministério Público na acusação.
O advogado da Cormead-MT, Valter Evangelista de Jesus, já avisou que vai recorrer da determinação judicial. Explica que a entidade religiosa está habilitada para firmar convênio com o estado e que a assinatura respeitou os trâmites legais.
Lembra que no mesmo ano também foram firmados convênios da SEC-MT com outras instituições religiosas, mas só esse foi alvo de processo. Justifica ainda que o evento da Assembleia de Deus teve “relevância social”, uma vez que atraiu mais de 20 mil pessoas de fora de Cuiabá. Com informações deG1
Um vídeo com pouco mais de 30 segundos começou a circular esta semana nas redes sociais e tem gerado muita polêmica. Gravado de um celular, mostra o apóstolo Valdemiro Santiago brigando com alguns fiéis no final de um culto em São Paulo.
O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus foi flagrado gritando com um grupo de fiéis que o esperava para receber uma “benção”, algo habitual no seu ministério.
Por algum motivo, ele está impaciente e grita “dá licença” para diversas pessoas que estavam em seu caminho, e o faz de maneira extremamente rude.
Alguns sites repercutiram o ocorrido, mas nenhum dos perfis oficiais de Valdomiro comentaram o episódio.
Nas redes, muitos defendem o líder como um ser humano, que está sujeito a ficar nervoso e perder a paciência. Outros o acusam de ser grosseiro e não parar para ouvir as pessoas que frequentam sua igreja.
Vários comentários questionam se um “homem de Deus” poderia ter uma atitude dessas.
Assista:
Práticas “inovadoras” no meio evangélico sempre causam controvérsia, e a mais recente envolve a pastora Ana Paula Valadão, líder do Diante do Trono, e o autointitulado apóstolo Agenor Duque, líder da Igreja Plenitude do Trono de Deus.

Durante a oitava edição do Congresso Fogo de Avivamento para o Brasil, organizado por Duque, Ana Paula Valadão alertou os fiéis para a prática de venda e distribuição de “toalhas ungidas” no evento, o que causou mal-estar ao líder neopentecostal.

“Você recebeu um símbolo para ajudar na sua fé que é uma toalhinha, daqui a pouco mais pessoas de Deus vão orar aqui e você vai ser curado, vai receber vitórias. Mas eu quero dizer que você não estará recebendo da parte de homens, você não estará recebendo da parte de pessoa que tem nome na Terra, mas que você dê sempre o reconhecimento aquele que é o Todo Poderoso. Honre somente a Ele, Jesus Cristo”, disse Valadão.

Duque, que é ex-pastor das igrejas Universal do Reino de Deus e Mundial do Poder de Deus, retrucou as palavras da pastora/cantora, relembrando um episódio polêmico protagonizado por ela anos atrás, quando imitou um leão durante um show do Diante do Trono, andando pelo palco apoiada pelas mãos e joelhos.


“Se você não crê eu respeito, mas respeita quem crê. Teve uma pastora que falou mal dos lencinhos na televisão, mas eu tenho base bíblica para mostrar isso”, disse Agenor durante um de seus programas na televisão. “Eu poderia pegar o meu horário, mas eu não vou fazer isso, e colocar uma imagem da senhora dizendo que está cheia do Espírito Santo andando de quatro e fingindo que é um leão. Eu nunca achei base bíblica nisso”, pontuou.
O bate-boca entre os dois líderes evangélicos ganhou as redes sociais, e muitos internautas expressaram descontentamento com a discussão e principalmente com as “inovações” litúrgicas de ambos. Assista:


As discussões em torno do casamento entre pessoas do mesmo sexo são uma constante na sociedade atual, com ativistas LGBT transformando preferências sexuais em bandeiras políticas.
A sociedade brasileira, assumidamente conservadora, assiste às discussões de forma tolerante, mas cada vez mais tem optado por opinar sobre o tema quando surgem oportunidades. Nesse contexto, um vídeo do teólogo e pastor Yago Martins, falando sobre a origem do casamento e a impossibilidade de uma “união consensual afetiva” entre pessoas do mesmo sexo ser comparada ao matrimônio, superou a marca de 2 milhões de compartilhamentos no Facebook.
Em sua explanação, Martins destaca que o conceito de casamento e família é anterior ao Estado, e portanto, os governos não podem interferir naquilo que é um dos pilares da sociedade e que inclusive contribuem de forma decisiva para a manutenção dele próprio.
“É um assunto muito amplo e muitas coisas poderiam ser ditas sobre isso. Mas eu tenho que começar chocando. O meu ponto é simples: casamento gay não existe e não importa o que o governo tente fazer para nos dizer que existe. Ele não tem autonomia para gerenciar, decidir o que o casamento é ou não é […] Antes de tudo, o matrimônio é uma estrutura que vem da ordem da criação. Ele vem da ordem natural das coisas. O governo / Estado não inventou o casamento. Ele só reconheceu o casamento, porque a Família é anterior ao Estado”.
Ao longo de sua fala, Yago Martins destaca ainda que é preciso ficar atento às discussões que são subsequentes à grita pela oficialização do casamento gay, pois a seu ver, quando se elimina o requisito de gêneros diferentes para que duas pessoas se casem, a barreira seguinte a ser eliminada é a de número, que poderá dar origem a movimentos pedindo a legalização da poligamia.


THALES ROBERTO, ESCUTA ESSA


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Curtir · Comentar · Compartilhar · 22 de julho · Editado · 

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