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Certa vez, um sábio homem me aconselhou que, quando eu estiver reunido com mulheres solteiras,especialmente atraentes ou interessantes, devo mencionar minha esposa e minha família logo no início da conversa.
Percebi que esse conselho foi útil em muitas ocasiões.
Caros maridos companheiros, aprendi o conselho acima, como também outras dicas abaixo listadas, essenciais para manter o meu casamento saudável e forte. Quero que meu casamento seja forte e saudável e você também! Na verdade, é uma das maiores responsabilidades no seu casamento.
Então, vamos nos aprofundar neste assunto. Em quais situações você se encaixa? Para muitos, isto poderia facilmente acontecer no trabalho. Você poderia estar iniciando em um novo emprego e encontrar-se cercado de mulheres jovens e agradáveis. Se for esse o caso, você precisa escolher entre atrair a atenção delas ou impor-se de forma amigável, mencionando sua bela esposa e família.
homem-casado-mulher-solteiraOutros podem estar trabalhando com as mesmas mulheres há mais tempo. Você pode ter optado por envolver-se em flertes ou sair com os colegas de trabalho após o expediente. Se este for o seu caso e sua esposa estiver em casa esperando por você, então é hora de voltar atrás e reavaliar a sua posição como o marido e líder, tomar as medidas necessárias para tornar a sua relação com sua esposa a mais importante e não se esquecer disso. Liderança, senhores, liderança!
Mesmo que tenham sido apenas alguns rápidos exemplos, sei que alguns precisam intensificar o seu papel de marido. Estes exemplos não se aplicam a você? Então, pense em suas amizades na academia, no supermercado, na padaria, na internet ou em qualquer outro lugar. Estes “simples” locais poderiam produzir relacionamentos difíceis que podem prejudicar tanto o seu relacionamento quanto o seu amor pela sua esposa. Tome coragem e faça o que precisa ser feito para o seu casamento!
Agora que tenho sua atenção, aqui estão cinco coisas que todo homem casado deve fazer ao encontrar-se em companhia de mulheres solteiras:
1. Mantenha sua aliança no dedo. Há muito poucas exceções quando o anel precisa ser tirado, como ao operar máquinas pesadas, nadar em águas infestadas de tubarões e afins. Se você está prestes a entrar alguma situação que o faça olhar para o seu anel e considerar se você precisa dele no ou não, saia! Corra! Afaste-se! Sério, saia dessa situação; seus votos, casamento, filhos e muito mais dependem dessas decisões importantes. (Leia Lucas 16:10.)
2. Tenha fotos da sua esposa no trabalho. Um homem casado, nessa situação, seria sábio ao escolher um par de grandes e divertidas fotos dele e da sua esposa e mantê-las exibidas em seu escritório ou local de trabalho. Escolha uma situação que tenha sido divertida por dois motivos: você se lembrará porque gosta tanto dela, e será um ótimo assunto para conversa quando em companhia de outras pessoas, especialmente mulheres. Atualize a foto quando necessário, para que as pessoas ao seu redor vejam o crescimento no seu relacionamento. Separe esta foto ainda essa semana e apague o fogo. (Leia o Salmo 119:37.)
3.Mantenha contato simples e breve. Não leia isso da forma errada; não estou dizendo para ser rude. Estou falando para ser cuidadoso para onde viajam seus olhos e por quanto tempo eles viajam quando você está perto de uma mulher atraente. Você sabe que, ao se deter no primeiro olhar, você estará assinando na linha pontilhada para maiores problemas. Mantenha o olhar breve, mantenha-o decisivo e siga em frente. Olhe novamente para a foto em sua mesa. Faça isso! (Leia Mateus 5.28)
4. Mantenha a conversa geral e profissional. Se você trabalha com mulheres solteiras, não há dúvida de que a conversa vai acontecer. Cabe a você como falar com elas. Você pode optar por manter os diálogos curtos e generalizados, pode optar por mantê-los profissionais, ou você pode permitir que a conversa tome rumos que não deveria. Seja educado, mas muito intencional em suas conversas. Se necessário, mais uma vez, esteja sempre pronto para falar sobre a sua esposa ou sua família. Puxe o pino do extintor, mire e extinga a chama. Segurança em primeiro lugar. (Leia Romanos 6:13.)
5. Fale sobre a sua esposa e faça isso com frequência. Já mencionei sobre a importância de falar sobre a sua esposa em suas conversas? Acho que sim, mas esse último tópico solidifica essa idéia. As mulheres solteiras com quem você lida diariamente, não devem ser páreo para a sua esposa e para a sua família. Sua família deve ser a sua primeira prioridade onde quer que você esteja e com qualquer pessoa que se encontre diariamente. Sim, cada dia e todo dia. Seja breve, seja simples e mencione sua linda esposa. Agora dê um tapinha nas suas costas e ânimo. (Leia Efésios 5.25-33)
Nota Importante: Não importa o que você tenha feito em seus relacionamentos atuais com mulheres solteiras, esses passos podem e devem ser iniciados a qualquer momento. Os sentimentos da sua esposa são e sempre serão mais importantes do que os da mulher com quem você precisa dar início a esses passos. Seja firme.
Eu o desafio a dar esses passos de forma confiante, por você, pelo seu casamento e pela sua família. Novamente, é sua a responsabilidade de liderar!
Abaixo, cite as suas próprias dicas e vamos ajudar os maridos companheiros
por: Bryan Van
Fonte: http://padom.com.br/5-coisas-que-todo-homem-casado-deveria-fazer-quando-em-companhia-de-mulheres-solteiras/
Nossa sociedade está precisando de modelos. Falta referenciais positivos para a presente geração. A paternidade é uma missão nobilíssima que requer preparo, dedicação e abnegação. A paternidade responsável é uma das maiores carências dos nossos dias. Sem ela a família fica acéfala ou enfrenta gigantescas dificuldades para superar o hiato deixado pela sua ausência.
Hoje quero trazer o exemplo de um pai que pode servir-nos de modelo: Esse homem é Jó. Vejamos o a Bíblia nos ensina a seu respeito como pai:
I – Jó tinha uma vida íntegra – Esse é o conceito que Deus tem a seu respeito: “…homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal.” (Jó 1.8). Na verdade, não havia ninguém na terra semelhante a ele. Sua vida era ilibada. Seu caráter era irrepreensível. Ele era modelo para os seus filhos. Seu ensino era respaldado pelo seu exemplo. Ele vivia o que ensinava. Ele educava os seus filhos não apenas pelo que falava, mas sobretudo pelo que demonstrava com sua vida.
II – Jó cultivou a amizade entre os seus filhos – Os filhos de Jó eram amigos uns dos outros (Jó 1.4). Isso só é possível quando os pais instilam esses princípios no coração dos filhos. Jó certamente não vivia comparando um filho com outro, despertando neles ciúmes e inveja. Jó investiu na unidade da família. Ele se esforçou para que seus filhos vivessem em constante harmonia. Os filhos de Jó eram pessoas que aprenderam a celebrar a vida com alegria e em comunhão uns com os outros.
III – Jó velava constantemente pela vida espiritual de seus filhos – Jó 1.5 diz: “Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava…”. O ensino e o zelo pela formação espiritual de seus filhos não foi um esforço despendido apenas na infância. Jó continua confrontando, educando, santificando, exortando e abençoando seus filhos mesmo depois de adultos. Ele não abre mão da sua responsabilidade de pai que quer inculcar no coração de seus filhos os valores do céu. Por isso, chama seus filhos e os santifica.
IV – Jó era intercessor dos seus filhos – Jó não abria mão de orar pelos seus filhos de madrugada. Ele era um homem de negócios. Era rico. Tinha muitos compromissos. Tinha uma agenda congestionada. Mas a sua prioridade era levantar de madrugada para interceder pelos seus filhos. Era sacerdote do seu lar. “…levantava-se de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos, e blasfemado contra Deus em seu coração…” (Jó 1.5).
V – Jó era perseverante na oração pelos seus filhos – O texto de Jó 1.5 prossegue e diz: “…assim o fazia Jó continuamente.” Muitos pais oram durante algum tempo, mas logo desistem de interceder com fervor e persistentemente pelos seus filhos. A presente geração precisa desesperadamente de pais perseverantes na oração, de pais intercessores. Temos muitos pais que não sabem o que é levantar de madrugada para orar pelos seus filhos. Temos muitos filhos que não vêem seus pais de joelhos, clamando aos céus pelas suas vidas. Oh, que Deus desperte uma geração de pais que possam ser modelos para seus filhos, como o foi Jó.
Fonte: Reverendo Hernandes Dias Lopes

Pergunta: Bom dia! Meu pastor tem lido durante as reuniões de obreiros, os nomes dos obreiros que não tem dado dízimo. Acredito que essa é uma maneira de constranger e forçar que as pessoas a darem o dízimo. As pessoas não têm que ofertar e dizimar com alegria? Tem respaldo bíblico os líderes constrangerem os obreiros ou fiéis dizendo no púlpito quem não está devolvendo dízimo? Isso tem apoio jurídico esse tipo de “cobrança”? Quero saber a sua opinião sobre este assunto.

Pastor André Lepre responde:

“A Palavra de Deus diz em Zacarias 4:6 que a Palavra do Senhor não é dada por força ou violência, mas pelo seu Espírito, portanto o relacionamento cristão é um relacionamento que deve ter por base a forma como Deus se relaciona conosco, ou seja, pelo Espírito Santo.
O Espírito Santo não constrange ninguém, porém de uma forma individual, particular, e sem envergonhar ninguém, exorta a fim de corrigir um erro.
Não estou entrando no mérito de ser certo ou errado não dar o dízimo como você relata que alguns estão fazendo, mas me parece equivocada a forma como vem sendo tratada (segundo o seu relato). Isso é constrangimento desnecessário e, que só afasta ainda mais ainda os liderados de seu líder.
Um assunto desse é para ser tratado no particular e, não em público. É para ser tratado em amor e graça.
A Bíblia ainda diz que a colaboração dever ser dada com alegria e, não por constrangimento ou necessidade.
Infelizmente, esse pastor está tentando resolver essa questão na força.
  • A nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados e potestades. Por isso, creio que a melhor maneira de tratar do assunto é de uma maneira sincera, direta entre o pastor e seus obreiros, sobre a direção do Espírito Santo e tudo ficará bem.

Bíblia Sagrada: “7Lembrai-vos: “aquele que pouco semeia, igualmente, colherá pouco, mas aquele que semeia com generosidade, da mesma forma colherá com fartura”. 7Cada pessoa coopere conforme tiver proposto em seu coração, não com pesar ou por constrangimento, pois Deus ama o doador que contribui com alegria. 8Certos de que Deus é poderoso para fazer que toda a graça vos seja acrescentada, a fim de que em todas as áreas da vida, em todo o tempo, tendo todas as vossas necessidades satisfeitas, transbordeis em toda boa obra.” – 2 Coríntios 9.

E continuou explicando que “Quanto à exposição de nomes em público, seja por qual for o motivo, não deve ser feita. Tal ato é capaz de constranger a pessoa, e é passível de indenização por danos morais.”
Samuel, cita que “o código civil explicita:
Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.”
E aconselha dizendo que  “Diante disso, é aconselhável que tal pastor, ainda que por ignorância, se abstenha de tal ato imediatamente, sob pena de ser processado e pagar indenização por danos morais.
Importante salientar que o processo pode ser proposto contra o pastor e contra a própria igreja, e os dois serão condenados.
Penso que a condenação por tal dano moral pode girar em torno de dez mil reais. Mas, se além de expor, praticar mais algum ato vexatório, o juiz pode levar em consideração e a pena pode chegar a até 50 mil reais, dependendo do porte da igreja.
Não aconselho o irmão a processar a igreja assim, de cara, mas aconselho a conversar com seu pastor e dizer o risco que ele corre. Se ele insistir no ato, leve o fato ao conhecimento do presidente. Se persistir na injúria, aí, a solução é processar, mas recomendo segredo de justiça para não expor a igreja e escandalizar os irmãos.”

E você o que acha desse assunto? Deixe a sua opinião registrado abaixo, e compartilhe este texto com seus pastores e irmãos em Cristo.
O relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Estatuto da Família, deputado Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta, 2, seu relatório no qual estabelece como conceito básico de família "a união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos". Exclui-se, portanto, o conceito de que uma família possa ser formada por pais homossexuais.
Segundo Garcia, o texto está "alinhado aos preceitos constitucionais e valores morais e éticos de nossa sociedade, com o fim de garantir direitos e o desenvolvimento de políticas públicas para a valorização da família". O documento também cria os "Conselhos da Família", que serão órgãos responsáveis pela execução de políticas públicas referentes aos direitos da família. Após a leitura do texto, o relator foi aplaudido na comissão, formada majoritariamente por parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica.
O relatório diz que "nem toda associação humana é base da sociedade e nem toda relação fará jus à especial proteção, ainda que toda comunidade, se não contrária ao bem comum ou à lei, deva ser respeitada e faça jus à tutela geral do Estado".
No texto, ele defende a competência do Legislativo para legislar sobre o assunto. "Trata-se de competência do Congresso Nacional regulamentar, para maior eficácia, a especial proteção constitucionalmente garantida à família. O estatuto vem para colocar a família, base da sociedade, credora de especial proteção, no plano das políticas públicas de modo sistemático e organizado, como até então não se fizera. Nada impede que os cidadãos, mediante seus representantes políticos, advoguem pela inclusão de novos benefícios a outras categorias de relacionamento, mediante argumentos que possam harmonizar-se à razão pública", afirma o relator.
O deputado até chega a abordar as uniões homoafetivas, mas desvinculando-as do conceito de família. Para tanto, ele cria uma nova denominação, batizada de "parceria vital", que seria o "enlace entre duas pessoas". Essa parceria não constituiria uma família e não teria conexão com a procriação. Serviria apenas para garantir direitos previdenciários.
Para ele, porém, o texto não reforça a homofobia. "O projeto de lei não exclui ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador, porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a respeito da família. E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão", disse.
A proposta é de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE) e tramita na Casa desde 2013. Neste ano, porém, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu criar uma comissão especial para tratar do assunto, o que, na prática, faz acelerar sua tramitação.
Após a apresentação, a deputada Erika Kokay (PT-DF) classificou seu teor como "homofóbico". "O parecer é uma construção de profunda homofobia, de falta de sensibilidade. É uma tentativa desesperada do segmento fundamentalista de construir uma peça para se contrapor ao Supremo Tribunal Federal", afirmou a deputada. Ela se referia à decisão do STF que em maio de 2011 reconheceu a constitucionalidade da união homoafetiva.
Como foi aberto prazo regimental de cinco sessões para a apresentação de emendas, a petista disse que pode apresentar um voto em separado ou tentar levar o tema para o plenário da Câmara, e não da comissão especial, decidir. "É um retrocesso e talvez nem seja passível de ser emendado. Vamos utilizar todos os instrumentos legislativos possíveis para que possamos impedir a institucionalização da homofobia através deste projeto e o retrocesso em direitos de vários segmentos da sociedade", declarou.
Segundo ela, o texto é um absurdo. "Não dá para menosprezar o absurdo. Muitas vezes, o absurdo é tão nítido, é tão concreto, que a tendência é que você possa menosprezá-lo. Não dá para menosprezar o absurdo porque o absurdo, tem razão Nelson Rodrigues, está literalmente perdendo a modéstia. Este parecer é uma prova inconteste disso."
“A curiosidade em saber qual era a `onda´ causada pelas drogas, as más influências e a separação dos meus pais foram as portas de entrada para um caminho que quase arruinou a minha vida. Aos 13 anos de idade, meu pai saiu de casa e por causa da atitude dele, comecei a trabalhar e ter responsabilidades, como ajudar a pagar as contas de casa. Apesar de muito novo, tinha a liberdade de sair sem ter que pedir permissão, por isso, apenas avisava a minha mãe para aonde estava indo. E, nessas `saídas´, passado um ano da separação, comecei a me envolver com uma turma de jovens mais velhos do que eu, na faixa dos 20 anos, eles gostavam de fumar maconha. Certo dia, a turma estava reunida para usar a droga e, nela, havia uma menina que eu gostava. Ela era usuária, mas não me ‘dava ideia’. Para me sentir ‘aceito pela galera’ e impressionar essa tal garota, experimentei maconha pela primeira vez.
maconhagospelCom o passar dos dias continuei a fumar, no entanto, não comprava, pois achava um absurdo comprar drogas. Portanto, só fumava a maconha que a turma me dava. Mas chegou o momento em que o vício passou a me dominar, então, comecei a comprar a droga e a fumar todos os dias. Apesar de ter me tornado usuário de maconha, o vício não me atrapalhava muito. Estudava, trabalhava e fazia as minhas atividades como qualquer pessoa, além de continuar ajudando minha mãe com as despesas. Porém, com o passar do tempo, fiz `amizade´ também com uma turma que cheirava cocaína. E com o mesmo objetivo de querer vê qual era a `onda´ da droga e de me sentir aceito pelos novos `amigos´, experimentei cocaína e me rendi ao vício. No início, cheirava só aos finais de semana, mas depois comecei a cheirar todos os dias. Minha vida era mais ou menos assim: quando queria `relaxar´ fumava maconha; e quando queria ficar `louco´, cheirava cocaína.
Mesmo sendo usuário de maconha e cocaína, minha família não desconfiava de nada, pois continuava levando a minha vida com muita normalidade. Mas o meu comportamento começou a mudar. Tornei-me uma pessoa agressiva, já não ajudava tanto com as contas de casa e o meu dinheiro não sobrava para nada, pois gastava quase tudo com o vício. Nessa época, trabalhava na empresa de um tio meu, e o meu salário acabava muito rápido. Já sem grana e com uma vontade imensa de usar drogas, comecei a realizar pequenos furtos no caixa.
Devido ao meu comportamento alterado, à falta de dinheiro, entre outras situações, minha família descobriu que eu estava envolvido com drogas e decidiu me encaminhar para a primeira clínica de recuperação, das 10 em que estive internado. Fiquei nesse local por cinco dias e logo que saí fui direto para uma comunidade, daqui de BH, comprar drogas. No momento da compra, um rapaz, morador da região, gostou do meu relógio e tentou me roubar. Ao reagir ao roubo, ele atirou em mim e o tiro acertou meu abdômen. Fui levado para o hospital e minha mãe ficou desesperada ao saber da notícia. Como eu era muito vaidoso, fiquei revoltado com a cicatriz deixada pelo tiro. Ao sair do hospital, o sentimento de vingança rondava meus pensamentos, até que um dia, peguei uma arma e fui atrás do rapaz que havia atirado em mim. Passei por diversos lugares, onde poderia achá-lo, mas não o encontrei.
Dentro desse quadro de autodestruição, esse mesmo tio com o qual eu havia trabalhado, me levou para uma igreja evangélica, onde entreguei a minha vida a Cristo. No entanto, foi só um ato de entrega, porque passado poucos dias, voltei para a minha antiga vida. Comecei a usar drogas novamente e continuei me envolvendo com mulheres com as quais tinha relacionamentos que não se enquadravam nos princípios da Palavra de Deus. Mas em meio a tudo isso, voltei a trabalhar. Por causa do vício, havia deixado a empresa do meu tio, mas uma nova oportunidade de emprego bateu à minha porta. Comecei a atuar em uma loja de comércio de roupas, onde realizava muitas vendas. Voltei a ganhar dinheiro e, mais uma vez, meu salário foi todo direcionado para o consumo de drogas.
Totalmente entregue ao vício, era chegada a hora de ser internando novamente. Fiquei na casa de recuperação por 10 dias e, quando saí, voltei a fumar maconha. Apesar de continuar usando drogas, comecei a frequentar diversas igrejas evangélicas, entre elas, a Igreja Batista da Lagoinha. Nesse tempo de visitas às igrejas, lembro-me de um dia em que estava no Culto Fé, liderado pelo Pr. André Valadão, e o apresentador do Balaio, Alex Passos, perguntou ao público: `tem alguém aqui com uma bucha de maconha no bolso? Se tiver, peço que a pessoa venha até o púlpito e entregue a droga e a vida para Jesus’. Essa pessoa era eu. Na hora, o Espírito Santo disse para ir até lá, mas não dei ouvidos a ele e, devido à minha desobediência, caí no mundo do crack.
Passado uns dias desse episódio, pedi a uma pessoa que estava me devendo R$ 20,00 para comprar cocaína para mim. Como não havia cocaína, ela voltou com crack. Eu disse a ela: `Você está louca? Eu não fumo crack´. Ela me respondeu: `Não havia cocaína, por isso trouxe crack. Mas já que não fuma, vou devolver e depois volto para trazer seu dinheiro´. Como não queria que ela ficasse me devendo, resolvi ficar com o crack e acabei fumando. Naquele dia, lancei a minha vida no fundo do poço. Viciado, já não conseguia mais trabalhar. Quando saía das clínicas, arrumava emprego, tornava a ganhar dinheiro, gastava com drogas e ia sobrevivendo. Mas com o crack era impossível ter um emprego. No início do uso da droga até ia trabalhar; faltava uns quatro dias direto; dava uma desculpa, falando que havia acontecido um problema aqui, outro ali; mas chegou uma hora em que me entreguei por completo ao vício; e fui despedido.
Desempregado e sem dinheiro, comecei a fazer uma coisa que até, então, considerava um absurdo: roubar e trocar objetos pessoais e utensílios de casa por drogas. Atordoado para conseguir uma grana para consumir drogas, comecei a trocar minhas roupas, relógio, tênis, entre outras coisas. Com o tempo, já não tinha mais o que trocar, então comecei a pegar objetos da minha da casa como DVD, televisão, entre outros. Na época, minha mãe ficou tão desesperada com essa situação que trancou todas as coisas da casa, desde móveis até coisas de menor porte, dentro de um cômodo da minha residência, e a chave, constantemente, ficava dependurada em seu pescoço. A casa ficou tão vazia que dava até eco.
A cada dia que passava minha vida ia se complicando. Sem mais nada para vender, o jeito foi partir para o roubo. Cheguei a roubar peças de picanha em supermercado, desodorante, entre outras coisas para trocar por drogas. Além disso, comecei a fumar crack dentro da minha própria casa. Fui perdendo tudo o que tinha, desde a minha dignidade até a minha família. Completamente doente pelo vício, consegui também adoecer toda minha família. Conviver comigo estava tão difícil que dois dos meus irmãos saíram de casa. E olha que, por muitas vezes, ficava por vários dias sumido, sem pisar em casa e sobrevivendo igual a mendigo, enrolado a um cobertor, na Pedreira Prado Lopes. Não tomava banho, não me alimentava, convivia em meio a tiroteios, apanhava de policiais e meu único objetivo de vida era me drogar. Certa vez, fiquei tanto tempo sumido que minha mãe e minha irmã foram me procurar no Instituto Médico Legal (IML), mas, nesse mesmo dia, voltei para a casa.
A minha situação estava tão insustentável, que em um determinado momento pensei em suicidar. Fui à casa da minha avó materna, que eu amo demais, para me despedir dela. Ao chegar lá, disse a ela que havia arrumado um emprego em um lugar distante; e que não tinha previsão de volta. Nessa hora, Deus a usou de uma maneira tremenda. Ela me disse: `Por que você vai para este lugar, sendo que seu lugar é aqui? Por que você não volta para a casa de recuperação? Vá se tratar! Não desista! Eu acredito em você. Você ainda será um grande homem, se casará e terá filhos´. A minha avó sempre corrigiu com amor.
Naquele dia, lembro-me que uma era uma sexta-feira, o dia do aniversário da minha mãe. Ao sair da casa da minha avó, voltei para casa e falei para a minha mãe que o presente que eu poderia dar a ela no momento era voltar para a casa de recuperação. Ela, devido às minhas tantas recaídas, não acreditou em mim. Mas eu fui. Chegando lá, o pastor, que dirigia essa casa de recuperação, na qual já havia sido internado e batizado nas águas em 2009, pediu que eu retornasse na segunda-feira. Voltei para a casa, roubei um objeto da minha mãe, troquei por drogas e aproveitei o final de semana para me drogar. Era como se fosse uma ‘despedida’ do vício.
Passado o final de semana, era chegada a hora de me internar. Cheguei à casa de recuperação transtornado. Após me deixar no local, minha mãe foi embora e eu apaguei. Só acordava para comer. Não tomava banho e o meu cheiro não era nada bom. Mas no quarto dia em que eu me encontrava nessa situação, acordei e fui ao pé de uma cruz que há na casa, me ajoelhei e clamei ao Senhor que mudasse minha história e conduzisse a minha vida. Fiquei nesse centro de recuperação por dois meses e dez dias e voltei para casa. Ao retornar, me preocupei em viver um dia de cada vez. Lembro-me que retornei em uma terça-feira e na sexta-feira teve uma vigília em uma igreja evangélica perto da minha residência. Quando falei para a minha mãe que ia para essa vigília, ela logo pensou que eu estava saindo para usar drogas, pois já não acreditava mais em mim. Mas, desde que saí dessa casa, com 31 anos, nunca mais usei drogas.
Comecei a congregar em igrejas evangélicas; voltei a trabalhar; a conviver com a minha família de uma forma harmoniosa; e me ingressei no Rhema, onde cursei Teologia Pastoral. Já faz dois anos e três meses que abandonei totalmente o vício. Hoje, minha motivação é servir na obra de Deus, ajudando outras pessoas que estão sob o domínio das drogas. Quero muito ser usado pelo Senhor, para que outras vidas também sejam libertas. Quero que todas saibam que com Jesus há jeito para reconstruírem sua história e perseguirem os seus sonhos que, por certo tempo, ficaram estacionados.
gospelfmiliaAtualmente, trabalho em uma empresa de comercialização de roupas, sou membro da Igreja Batista da Lagoinha, onde sou pastoreado e atuo na consolidação. Ministro tanto em outras igrejas, quanto em casas de recuperação compartilhando o meu testemunho, dando aconselhamentos e motivando famílias a não desistirem de seus familiares. Além disso, encaminho pessoas para casas de recuperação; para as quais faço, dentro do possível, doações de roupas, calçados, medicamentos, alimentos, entre outras coisas. Já quanto ao meu futuro, se Deus permitir, pretendo ter uma clínica de recuperação de dependentes químicos, para que eu possa auxiliar ainda mais pessoas; quero também continuar trabalhando muito, conquistar o que ficou pendente e realizar meus sonhos, entre eles, o de casar com uma mulher de Deus e constituir uma família abençoada”.
Com Informações Lagoinha.com
fonte: http://vejadetudo.com.br/editoria-gospel/13-testemunhos/11099-ex-usuario-de-drogas-destaca-so-com-jesus-tem-jeito-de-vencer-o-crack
A Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira oficializou a permissão para que seus pastores possam se divorciar e casar novamente. A decisão foi tomada no momento que a denominação enfrenta denúncias de que teria recebido valores desviados da Petrobras no escândalo de corrupção da empresa.
A Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério de Madureira (CONAMAD) alterou seu estatuto durante assembleia realizada entre os dias 08 e 11 de julho, passando a permitir que os pastores da denominação possam se divorciar.
O documento foi assinado pelo bispo Manoel Ferreira, presidente vitalício da CONAMAD; e pelos pastores Samuel Ferreira, 1º vice-presidente; Abigail Carlos de Almeida, 2º vice-presidente; Abner Ferreira, 3º vice-presidente; Oides José do Carmo, 4º vice-presidente; Amarildo Martins da Silva, 5º vice-presidente; e Josué de Campos, 1º secretário.
No texto, os líderes do Madureira dizem que a decisão foi tomada porque não se pode “ignorar que uma variedade de violência, incluindo abuso físico e/ou psicológico, adultério, abandono emocional e espiritual do relacionamento, vem por tornar insuportável a convivência matrimonial, se tornando imperiosa a dissolução do matrimônio”.
Os líderes da denominação reconhecem que “o ideal divino para o casamento é que ele seja uma união para a vida inteira” e que “a vida conjugal permanente é possível para o casal que esteja disposto a seguir os ensinamentos da Bíblia”.
De acordo com fontes do portal Padom, a decisão teria sido tomada devido ao grande número de pastores que estariam deixando suas esposas para casarem com mulheres “mais novas”. Tais cerimônias estariam sendo realizadas em segredo, para que os pastores vivessem com suas novas esposas até que os documentos do divórcio do primeiro casamento cumprissem os trâmites legais.
O caso decisivo para levar à decisão teria envolvido um dos pastores presidentes da denominação, que é tratado como “peixinho dos líderes”.
A Redação do Gospel+ tentou contato, via e-mail, com a assessoria de imprensa da Assembleia de Deus Madureira para obter um posicionamento sobre o caso e esclarecimento a respeito das afirmações veiculadas na imprensa, porém, até o fechamento desta matéria, o e-mail não foi respondido.
Veja abaixo, a íntegra da decisão da CONAMAD:
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conamad 2
Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/assembleia-deus-madureira-autoriza-divorcio-pastores-79091.html
Nesta terça-feira (8) a tabeliã americana Kim Davis, que foi presa por se recusar a emitir certidões de casamento para homossexuais, foi liberada da prisão após decisão de um juiz distrital.
O juiz David Bunning ordenou a libertação da tabeliã, porém deixou claro que ela não deve interferir no trabalho de seus escrivães substitutos para emitir certidões a todos os casais elegíveis. Se ela tentar interferir, ela estará violando a ordem judicial e irá sofrer punições apropriadas.
Ao deixar a prisão, Davis foi recebida por 1.000 pessoas que simpatizaram com a sua decisão de preferir ir para a prisão do que emitir certidões para uniões entre pessoas do mesmo sexo. Os simpatizantes gritavam em seu apoio e a tabelião agradeceu a Deus por deixar a prisão. “Quero somente dar a Deus sua glória”, disse ela.
Seu advogado respondeu à imprensa que Kim Davis continuará seguindo sua consciência quando foi questionado a respeito da decisão judicial que ordena que ela aceite emitir licenças a casais gays.
“Ela vai ser leal a Deus e não vai violar sua consciência”, afirmou o advogado Mathew Staver que estava ao lado do pré-candidato presidencial do Partido Republicano Mike Huckabee.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/tabelia-negou-casamento-gay-libertada/

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